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Inquéritos… 20 Janeiro 2007

Posted by Ana in Argumentos Sociais.
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… realizados a mulheres que praticaram abortos ilegais demonstram que uma grande percentagem delas se arrepende de ter interrompido a gravidez.

Deverá liberalizar-se a prática do aborto, em nome do direito de liberdade de escolha da mulher, quando, mais tarde, a própria mulher admite que a sua escolha, longe de ser livre, foi imposta por todo um conjunto de circunstâncias que o passar do tempo demonstra não justificarem o termo de uma vida? Será verdadeiramente livre a decisão da mulher que, em dez semanas, decide abortar?

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Comentários»

1. Zé - 20 Janeiro 2007

“Não são, porém, conhecidos casos de mães que (…) se tenham arrependido de ter tido os seus filhos.”

Não posso deixar de concordar. De facto, os pais das centenas de crianças sexualmente abusadas e espancadas todos os anos no nosso país não têm demonstrado qualquer arrependimento.

2. Zé - 20 Janeiro 2007

Regressei a este blog após ter realizado o comentário anterior. Li e reli o presente post. Não consigo acreditar que, no espaço de horas após ter colocado o meu comentário, a passagem que citei e na qual baseei a minha crítica tenha sido removida.

É, no mínimo, patético. Para não dizer que é de má-fé. Ou então, é só demonstrativo da fragilidade dos “Argumentos” aqui expostos e das pessoas que aqui dizem dar “Contributos para um voto informado”.

3. Guida - 21 Janeiro 2007

E que (de)pressão…

Já estou a ver o slogan:
“Em 10 semanas decide o teu futuro…com ele, ou sem ele”.

Ai não!!…como dizia a outra, “não estamos a falar de vida”…

4. Ana - 21 Janeiro 2007

Zé, com efeito, depois de ler e ponderar o seu comentário, dei-lhe razão e decidi retirar a frase que criticou.
A afirmação que eu fazia não era cem por cento correcta, mas também não era essencial para o argumento que aqui invoco, por isso decidi retirá-la e manter tão só o que é fundamental neste argumento: será a escolha da mulher, realizada em dez semanas, verdadeiramente livre?

5. Zé - 23 Janeiro 2007

Ana,

Se me dá, ou não, razão, é indiferente. O que está em causa é o princípio da inviolabilidade do publicado, uma vez que foi já comentado. Quem venha a seguir, há-de pensar que o comentário é totalmente despropositado, o que não é verdadeiro.

Depois, e para ser sincero, se fosse a retirar tudo o que não é cem por cento correcto, pouco sobraria do blog.

Em resposta à sua pergunta: Porque não deixarmos a resposta a essa pergunta ao critério de quem efectivamente “passa por elas” e deixarmo-nos de arrogâncias morais?

6. Zé - 23 Janeiro 2007

Temos, portanto, censura. Mas que belo blog.

7. Ana - 24 Janeiro 2007

Zé, na ponderação entre o “princípio da inviolabilidade do publicado” e o “princípio da liberdade de escolher” corrigir um post para o focalizar naquela que é a mensagem principal, julgo ser de defender o segundo em detrimento do primeiro… é que ao contrário do que sucede quando o que está em causa é o “princípio da inviolabilidade do ser humano gerado”, aqui não está em causa qualquer direito fundamental!

E continuando na senda da busca da verdade, não posso deixar de lançar o desafio: demonstre lá, objectivamente, quais são as outras afirmações deste blog que não são verdadeiras e que, por isso, eu devo apagar!

8. Zé - 24 Janeiro 2007

Invocando o “princípio da inutilidade de tempo despendido” abstenho-me de fazer qualquer outro comentário no presente blog. Quer porque nos arriscamos a vê-lo retalhado, quer porque, como já deu para perceber, a religiosa obstinação se encontra num plano de sobreposição à genuína vontade de compreensão.

Boa sorte para o referendo, no que à sociedade diz respeito, e vemo-nos pela blogosfera.

9. Ana - 24 Janeiro 2007

Obrigada pelo tempo despendido, Zé, assim como pelos seus comentários sérios, construtivos e objectivos.

10. Guida - 24 Janeiro 2007

Depois de ler estes comentários, concluo duas coisas:
1º Escreve-se bem, sem dúvida.
2º Nem todos fundamentam os seus argumentos, notoriamente.

11. Anónimo - 4 Fevereiro 2007

Fala-se muito, esclarece-se pouco


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